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Sua fome é física ou emocional?

Saiba diferenciar compulsões de fome real, utilizando seu emocional a favor da sua dieta
08/out/2019

 

Há muito tempo o ato de comer deixou de se limitar somente à função de nutrir e passou a se relacionar com processos afetivos e culturais. O prazer gerado pelo alimento pode se transformar em um problema, se ele passar a ser considerado uma válvula de escape para sentimentos negativos. 🙁 Saber distinguir essas duas diferentes versões da fome contribuirá para uma vida saudável e feliz.

Quando a comida é utilizada para lidar com problemas pessoais, o apetite é classificado como fome emocional, que pode decorrer de uma série de necessidades básicas não atendidas, como: sono inadequado, dietas restritivas sem orientação médica ou nutricional, situações do dia-a-dia ((como desentendimentos com amigos ou parentes e problemas no trabalho), entre outros fatores propulsores da raiva, ansiedade, medo, tristeza, cansaço ou insegurança.

Os principais indícios desta fome não fisiológica, são: o desejo urgente de comer, geralmente algo bem seletivo e saboroso, a ingestão de alimentos com voracidade ou em grande quantidade e a sensação de que nada satisfaz. 

Já a fome física deixa nosso estômago roncando, faz nossa energia cair e geralmente é inespecífica, ou seja, comer qualquer coisa satisfaz e sacia. O ideal é comer lentamente, mastigando bem e prestando atenção nas porções. 😉

Uma boa dica é tentar descobrir qual a real fome que você está sentindo e tentar resgatar um relacionamento mais saudável com a comida, entendendo que a solução está no equilíbrio. A busca por uma alimentação balanceada, pautada sob orientação de um nutricionista, é o primeiro passo em direção a um estilo de vida mais saudável. Vamos juntos nessa? 😀

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